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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Conheça a verdadeira joia da ostra

Direto da concha...para seus apreciadores

Conheça a verdadeira joia da ostra - 1 (Nana Tucci AE)


Discurso de quem trabalha com ostras é sempre o mesmo: o período menos indicado para comê-las é o verão, quando elas ficam mais fracas e mirradinhas


Conheça a verdadeira joia da ostra - 2 (Felipe Rau AE)


Recomenda-se que as pequenas (de até 8 cm) sejam consumidas in natura



Conheça a verdadeira joia da ostra - 3 (Felipe Rau AE)


Entre dezembro e fevereiro, aquecimento da água estimula a desova e a energia acumulada é transformada em gametas, tira das ostras a carne e o sabor



Conheça a verdadeira joia da ostra - 4 (Nana Tucci AE)


Diferente de suas primas paulistas, as ostras catarinenses não têm o sabor terroso do manguezal de Cananeia; e sim o frescor marinho da praia



Conheça a verdadeira joia da ostra - 5 (Nana Tucci AE)



As ostras assumem muito do sabor do ambiente em que estão mergulhadas



Conheça a verdadeira joia da ostra - 6 (Nana Tucci AE)



Antes de servidas, as ostras são levadas em cestas para os tabuleiros, onde ficaram meses crescendo



Conheça a verdadeira joia da ostra - 7 (Felipe Rau AE)


Sua aparência leitosa e textura escorregadia parecem carregar o sabor do mar inteiro








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