Direto da concha...para seus apreciadores
Discurso de quem trabalha com ostras é sempre o mesmo: o período menos indicado para comê-las é o verão, quando elas ficam mais fracas e mirradinhas
Recomenda-se que as pequenas (de até 8 cm) sejam consumidas in natura
Entre dezembro e fevereiro, aquecimento da água estimula a desova e a energia acumulada é transformada em gametas, tira das ostras a carne e o sabor
Diferente de suas primas paulistas, as ostras catarinenses não têm o sabor terroso do manguezal de Cananeia; e sim o frescor marinho da praia
As ostras assumem muito do sabor do ambiente em que estão mergulhadas
Antes de servidas, as ostras são levadas em cestas para os tabuleiros, onde ficaram meses crescendo
Sua aparência leitosa e textura escorregadia parecem carregar o sabor do mar inteiro
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